Kiruna – Irun (2003)

kiruna-irunOriginally published on 15.12.06 (New Progshine blog)

Kiruna
Irun
2003
SKY / SKY 5235

Track listing:
1. Chasing Tumbalo Ghori – 6:07
2. Waters in the Dark – 8:09
3. Siebab Retaw – 4:13
4. A Brief Return of Starlyn F. – 4:30
5. Shepherd to the Forbidden Forest – 5:39
6. The Irun Birds – 8:46
7. Temple of Tarasaurus – 5:11
Total length: 42:35

Review:

Até onde eu sei, esses caras da Noruega sairam do nada e eu não tenho a mínima idéia do que estão fazendo pq o site tá desatualizado pacas. O que eu sei é que inacreditávelmente este disco tem uma versão nacional pela Sky Blue Records com tiragem de mil cópias. (?!?) O disco é pra quem gosta de Jazz-Fusion Prog (pra fugir um pouco do estilo do blog). O que temos aqui pode assustar até o mais acostumado com o mundo de ‘estranhezas musicais’.

01. Chasing Tumbalo Ghori
Jazz-Fusion doido. Um arrombo de loucura de um trio sem guitarra (imaginem se tivesse!). Baixo e bateria numa base louca e quebrada, o teclado solando como demente, ao fundo dá até pra ouvir uns gritos perdidos. Todos os timbres são de uma maneira estranha muito bem encaixados e tocados. Tudo muito improvisado (pudera, o disco foi gravado ao vivo em uma única noite).

02. Waters In The Dark
Um estranho Fender Rhodes e mais o moog que também aparece, uma batera ainda mais estranha, o baixo só aguardando. Na entrada de tudo é óbvio que os tempos são quebrados, as melodias são inassobiáveis (e lá essa palavras existe? risos). Vários momentos extremamente interessantes do baixista Thomas Tofte. Uma ‘segunda parte’ mais sombria pra que o nome da canção faça mais sentido!

03. Siebab Retaw
Aqui temos um tema ainda mais quebrado e ‘sem noção’, você com certeza deve tomar cuidado ao ouvir, tenha paciência e tente entender o som (eu ainda estou tentando!) Ainda acho que o nome da canção é uma analogia a Water Babies, mas o que tem isso a ver nem eu sei. Tem uns timbres de teclados muito legais esse tema.

04. A Brief Return Of Starlyn F.
Esse tema me pareceu com um outro, só que esse daqui é praticamente só teclados. O final da música é muito foda! digno de muito prog meia-boca que anda por ai. Sem igual.

05. Shepherd To The Forbidden Forest
Uns sons de sintetizadores assombram enquanto uma melodia medonha acompanha e assusta, meio assombrada. Percussões exporádicas, só pra dar um clima. Até uns temas bonitos estão perdidos no meio da loucura toda.

06. The Irun Birds
O nome é legal! O começo com o moog fazendo um som contínuo também. Mas essas percussões ‘exporádicas’ são meio pé-no-saco! (risos) O resto da música é um jazz-elétrico grandioso, onde o teclado contínuo é eterno. Mais no fim o beat quase fica normal em um 4/4 (mais risos).

07. Temple Of Tarasarus
Batidas graves ao fundo, muitos sons ao fundo (vozes), provavelmente em norueguês (língua pátria dos mancebos), então óbviamente não entendi o que as poucas palavras pronunciaram. A bateria aqui tem certo destaque, já que a mixagem deixou ela ‘na frente’. E….. Acabou! Parabéns! Você viveu uma grande viagem.

Confesso que a capa me enganou, esperava uma banda psico-progressiva. O que encontrei foi um jazz-fusion de uma doidera poucas vezes visto. Só um aviso, você precisa ter um pouco de cuidado ao ouvir este disco, ele pode danificar o seu sistema nervoso e você nunca mais será o mesmo! Ah é! O disco é todo instrumental.

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