Kansas – Point Of Know Return (1977)

7081057583_45e37700d8_bOriginally published on 11.12.06 (New Progshine blog)

Kansas
Point Of Know Return
1977
Kirshner / JZ 34929

Track listing:
A1. Point of Know Return 3:11
A2. Paradox 3:49
A3. The Spider 2:08
A4. Portrait (He Knew) 4:32
A5. Closet Chronicles 6:30
B1. Lightning’s Hand 4:21
B2. Dust in the Wind 3:26
B3. Sparks of the Tempest 4:15
B4. Nobody’s Home 4:37
B5. Hopelessly Human 7:10
Total length: 43:59

Review:

01. Point Of Know Return
Início arrasador, uma letra fantasiosa, e uma banda altamente afiada, com passagens de teclados e violinos (marca da banda). Emocional, como a maior parte das canções da banda, Point Of Know Retorn conta uma pequena história de um marujo e sua iniciação ao mar (ilustrando a capa do disco).

02. Paradox
O riff enérgico e o refrão de vozes duplicadas dão urgência a faixa. Ter dois senhores respeitados tocando teclados e um mais respeitado ainda (pra mim Robby é o grande nome do Kansas, grande voz, grande talento), os trabalhos de guitarra de Kerry e Rich pra variar são um caso a parte sempre, quem conhece Kansas sabe bem do que eu to falando.

03. The Spider
Uma exceção nos discos do Kansas, uma faixa instrumental! Do começo tão quebrado que nem dá pra entender em que tempo está a música, aos eternos solos de todos da banda temos muito chão. Excelente mostra de como eram grandes compositores.

04. Portrait (He Knew)
Colada a The Spider vem uma ode à Albert Einstein (sim! leu certo Einstein!) Nas palavras do próprio Steve essa canção foi inspirada nele. Tem um começo bem bacana com o baixo de Dave (grande baixista!), os violinos de Robby e bateria de Phil dando base segura para as guitarras simples, mas muito bem tocadas. Do meio pra frente a canção se transforma numa loucura de riffs rápidos (outra marca do Kansas, nunca entendo de onde tiram tantos riffs).

05. Closet Chronicles
Essa é uma daquelas épicas e lindas, a letra é sem igual (acompanhem a tradução que tá junto com o arquivo). Quando Robby entra cantando a canção toma um outro rumo (como eu queria que ele cantasse mais no Kansas como ele fazia no começo da banda). Pra logo em seguida a banda quebrar tudo num riff de baixo sem igual e em sintetizadores maravilhosos. Os solos de guitarra? Precisa mesmo falar deles?!

06. Lightning’s Hand
A melhor do disco! Disparado! Robby cantando sobre uma utopia, teclados hammond e uma certa raiva fazem da música um achado perdido. A eterna base de ‘uma corda só’ de guitarra é genial, típica do Ritchie Blackmore (Deep Purple), os solos de guitarra e violino são geniais, sem igual.

07. Dust In The Wind
Dizer ao mundo que nada somos a não ser poeira no vento é um chute na boca do estômago. (Assim como 2 anos depois Roger Waters diria que nada somos a não ser Tijolos No Muro), esqueça que você ouviu Christian & Ralf cantando uma versão da música (que até nem é tão ruim, existem piores), esqueça que ela foi sucesso mundial. Somente sinta a canção, impossível não se emocionar ouvindo o solo de Robby.

08. Sparks Of The Tempest
Já de início riff, e logo em seguida uma base totalmente entranha pra se cantar em cima. Se notarem bem existem milhares de coisas acontecem na faixa. O riff final é um dos mais legais que eu já escutei.

09. Nobody’s Home
Emocionante! Simples e emocionante! O piano dá um toque singelo de beleza, e o vocal de Steve junto na melodia é sem igual.

10. Hopelessly Human
Pra variar depois de um começo apoteótico e Robby cantar sobre uma base fantástica, solos de violino e uma sessão bem pesada de dar a inveja ao Black Sabbath, e mais riffs, toneladas deles. Em seguida voltamos ao verso, depois de um teclado muito legal. A troca de vocais entre a música é outro charme também. A sessão final com muito violino, teclado bateria e baixo, (pouca guitarra, elas aparecem mais no fundo mesmo), e o que seriam sinos ao final, anunciada que é chegada a hora de finalizarmos e voltarmos pra casa cointentes.
Kansas! só de fala esse nome me deixa contente. Desde a primeira vez que ouvi o Leftoverture sabia que eles tinham muito material bom com certeza, e aqui é a prova, o disco subsequente ao Leftoverture, maravilhoso!

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Kansas
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